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12.07.2005

:: 5.000 Pubs ::

Em busca da cerveja perdida. Ô hobbiezinho bacana:
Britânico visita 5 mil pubs em busca da boa cerveja
da BBC, em Londres

Um britânico está prestes a encerrar uma peregrinação por mais de 5 mil pubs, em uma missão de visitar os melhores bares do país para tomar uma cerveja.

Stuart Ashby decidiu levar o projeto em frente em 1984, quando comprou a primeira edição do guia da boa cerveja da Camra --uma organização que tem o objetivo de preservar a tradição cervejeira do país.

O guia listava 5.044 estabelecimentos, e nos últimos 21 anos Ashby visitou cada um deles, com exceção do Lamb Inn, na cidade de Paghan.

A falha não vai durar muito --ele vai visitar o pub ainda neste mês e encerrar sua peregrinação.
Íntegra lá na BBC, via UOL.
Por Paulo Bicarato, às 13:43 de 12.07.2005 - Comentem!
Categoria: Almanaque

25.01.2007

:: Com Cerveja! ::

Juarez BecozaCopoanheiros de todo o mundo, uni-vos! Blogs especializados em cerveja? Tem, sim senhor. Como este alfarrabista não passa de um cervejeiro amador, ficam aqui as dicas de quem entende do assunto: O Ricardo Amorim, com o seu *Cerveja Só*, ou *um blog pra quem não agüenta mais falar de vinho*, e o Juarez Becoza, titular da coluna *Pé Sujo*, d'O Globo. (Só podiam ser dois jornalistas, né?)Ricardo Amorim


Cerveja no Alfarrábio Confira tudo o que este Alfarrábio já falou sobre cerveja.
Por Paulo Bicarato, às 16:44 de 25.01.2007 - Comentem!
Categoria: Etilíricas

20.09.2005

:: Cerveja Open Source ::

Post bacana do Tuxaua-mór Tupi. Copy&Paste na íntegra:
Festival da cerveja artesanal e open source

Liga nois, milidas trombei com essa fotinha do Festival de Cerveja de Portland q o mano Kenji do Vardump tirou na gringolandia. Tipo, lado a lado uma pá de distro de receita, mas q mané de 2 ou 3 marcas industriais, sem miséria. Se pam, cerveja caseira, de garagem, open source tá valendo. Tudo no bolinho.

Tipo, ia ser bem louco se boteco de install fest tb representasse com Festival de Cerveja Open Source, naquela levada dos malucos dinamarqueses q rimei aqui no blog em Cerveja Open Source tem guaraná. Tem o dom?
Liga q a midia de massa pagou um pau pra esquema de distribuir receitinha. Olha a conversa:
Wired News: Free beer for geeks
BBC Brasil: Usando guaraná, dinamarqueses criam cerveja 'de código aberto'
Folha de SP: Cerveja Livre? Artistas misturam política na fórmula da cerveja (copia no PSL Brasil)
Por Paulo Bicarato, às 21:14 de 20.09.2005 - Comentem!
Categoria: Linux Vida Open Source

19.02.2009

:: Enquanto Não Chega o Happy Hour ::

*Ching gai wor e ping pea jou. Gan Bei.* Anote aí, isso aí é mandarim. Mas aprenda a pedir educadamente uma cerveja, em vários idiomas. Enquanto não chega o happy hour, fique com as curiosidades sobre a loira. E, agradeço de coração, se alguém conhecer algum jardineiro que tenha mudas desse pé-de-cerveja, favor avisar. Pago bem.

Jardim do Paraíso
Por Paulo Bicarato, às 12:28 de 19.02.2009 - Comentem!
Categoria: Etilíricas

19.12.2003

:: Pira(tea)ndo ::
Fui conferir como estão as moças e a temperatura da cerveja em São Luís do Paraitinga. A quem interessar possa, está tudo bem, sob controle (não consegui acabar com a cerveja; vou ter que voltar lá).
Pra completar, troquei umas idéias com o Egypto e o Jô: cabeças pensantes...
Difícil agora é encarar uns 500 e tantos e-mails atrasados...
Por Paulo Bicarato, às 18:52 de 19.12.2003 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

31.07.2002

:: A Cura É Uma Loira Gelada? ::
O médico checo Pavel Zemek tem feito sucesso com os seus pacientes. Para quem sofre de impotência, ele dá uma receita que garante ser infalível: cerveja! Em entrevista ao jornal Narodna, uma das principais publicações de seu país, Zemek declarou que “duas cervejas por dia evitam e curam a impotência. Isso porque a cerveja previne contra o bloqueio das artérias”.
###
Está lá, na Istoé dessa semana.
Por Paulo Bicarato, às 17:34 de 31.07.2002 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

02.09.2003

:: Só Sei Que Nada Sei ::
Eu até acreditava que entendia razoavelmente de/sobre cerveja, mas me rendo à . Preciso, urgentemente, marcar uma cervejada com ela para discutirmos melhor o assunto... Palavras dela:
CERVEJA
Pela minha vasta experiência enquanto cervejófila, constatei que, em condições ideais (ou seja, com ampla liberdade de escolha e com dinheiro suficiente para exercê-la), o consumo de cerveja é extremamente guiado por questões, digamos, metafísicas.
E continua aqui...
Fina, vamos combinar essa, ok?
Por Paulo Bicarato, às 15:19 de 02.09.2003 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

06.02.2006

:: Tim-Tim ::

Pronto, copoanheiros. Agora já podemos brindar a distância --mas, obviamente, eu ainda prefiro tomar uma cervejinha com os amigos presecialmente...
DRINQUES A DISTÂNCIA
O You Got Beer, como indica o nome, é relacionado à cerveja. O site permite que o usuário ofereça uma cerveja para um amigo que esteja longe. Munido do presente, um e-card no valor de US$ 5, o amigo pode ir para um dos restaurantes listados no site e receber a sua cerveja. Se ela custar mais de US$ 5, paga-se a diferença, se custar menos, o troco permanece no e-card. O serviço é valido para residentes nos EUA. Fica a idéia para o mercado doméstico.
http://www.yougotbeer.com

[Direto da CartaCapital]
Por Paulo Bicarato, às 15:25 de 06.02.2006 - 2 comentários
Categoria: Etilíricas

21.06.2005

:: Das Oropa ::

Sei que o carinha passou por Praga e Amsterdam. Hoje, eis que o cidadão surge aqui no Gaim só pra me provocar, dizendo que tá em Dublin:
(17:32:01) izq ff: dublin
(17:32:24) izq ff: ainda nao provei a cerveja
(17:33:06) bicarato: caracoles! tome uma por mim aí, com brinde pro harold bloom...
(17:33:18) izq ff: brinde pro finnegan
(17:33:26) izq ff: amanha visito o tumulo do joyce
(17:33:32) izq ff: e viva donaldo schuller
(17:33:35) bicarato: belêza, fio... escreva quando der! mande notícias e aproveite por nós aí... :-)
(17:33:38) izq ff: finicius revem

Ele já disse que a cerveja da Eslováquia é forte, e elogiou a de Praga. Quero só ver no que vai dar essa viagem do FF...
Por Paulo Bicarato, às 19:55 de 21.06.2005 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

27.11.2007

:: Cerveja Open Source ::

Já havia comentado sobre isso há algum tempo, mas eis que agora ela chega *oficialmente* ao Brasil. Tá na Folha de hoje.
A Free Beer surgiu em 2004, numa parceria com estudantes da Universidade de Copenhague. "Buscamos transferir os princípios do software livre para algo físico, e a cerveja se tornou um bom exemplo", conta Nielsen. "Por isso, a Free Beer tem sido comparada ao Linux [sistema operacional gratuito] e à Wikipedia", diz o artista.

Quem quiser produzir e comercializar a Free Beer pode baixar do site www.freebeer.org a logomarca da cerveja, de forma gratuita.
Cervejemos, copoanheiros =^)

Free Beer
Por Paulo Bicarato, às 15:02 de 27.11.2007 - Comentem!
Categoria: Etilíricas

22.10.2001

:: Análise conjuntural do atual cenário econômico ::
Se você tivesse comprado, há um ano, US$ 1.000 em ações da Nortel Networks, hoje você teria US$ 49.
Agora, se você tivesse comprado, há um ano, US$ 1.000 em BRAHMA (em cerveja, não em ações) e tivesse bebido tudo, e vendido as latinhas vazias, hoje você teria US$ 79.
Conclusão:
No cenário econômico atual você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro
.
Esta brilhante análise do mercado acionário/etílico
é do meu amigo Cury, do :: 8080 ::.
Por Paulo Bicarato, às 09:12 de 22.10.2001 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

15.01.2008

:: Lesêra ::

Há alguns anos visitei a Chapada Diamantina. Em Lençóis, depois de fazer uma trilha, parei com uma amiga num boteco. Sentamos na mesinha na calçada e acenei pra mocinha no balcão. Ela acenou de volta, sem sair do balcão. Ok, mais uma tentativa, e ela vem, na maior malemolência. Peço uma cerveja, e lá vai a moça. Depois de uns dez minutos, vem a cerveja -- e só a cerveja. Peço então *um copo ou um canudinho* -- mais dez minutos e vem... um copo e um canudinho. Rendo-me à moça, e vou e mesmo no balcão pegar o segundo copo...

Meu irmão, Marcelo, lembrou dessa historinha ao encontrar o Conversas Furtadas, organizado pelo camarada Träsel, que traz pérolas como estas:
Boteco de beira de estrada na Bahia

— Minha Coca tá quente! Tem gelo?
— Teeeeem! Só que ainda não empedrou...

= = =

Premonição

— Rapaz, eu tô achando que alguma coisa vai dar errada.
— Tu acha, pô?
— Tenho certeza. Eu sou meio sensual, pô. Eu sinto as coisas.
Tem muito mais lá =^)
Por Paulo Bicarato, às 16:47 de 15.01.2008 - Comentem!
Categoria: Blogosfera

05.09.2003

:: Saúde! Tim-tim! ::
"Sábio o homem que inventou a cerveja." (Platão)
"Comecei a beber por causa de uma mulher... E nem tive a oportunidade de agradecê-la!" (W. C. Fields)
"É tão natural e necessário quanto comer. Jamais faria uma refeição sem beber... cerveja!" (Ernest Hemingway)
"Eu não confio em camelos e em ninguém que possa passar uma semana sem uma cerveja." (J. Lewis)
"Eu bebo quando comemoro... e às vezes quando não há nada para comemorar!" (Miguel de Cervantes)
"Não há boa vida onde não há boa bebida." (Benjamin Franklin)
"In Vino Veritas... In Cerevisia Felicitas!"
"Gastei metade do meu dinheiro com mulheres e cerveja... o resto desperdicei." (...)
"Cerveja é a prova de que Deus nos ama e quer que sejamos felizes." (Benjamin Franklin)
"24 horas no dia... 24 cervejas em uma caixa... Coincidência?" (S. Wright)
"Sem dúvida, a maior invenção da história da humanidade foi a cerveja. Ok, reconheço que a roda também foi uma boa invenção, mas uma roda não combina tão bem com um salsichão." (D. Berry)
"Não é "apenas cerveja", mas uma nobre e antiga bebida que, como o vinho, comida e comerciais de televisão, podem ser extraordinariamente bons ou imperdoavelmente ruins." (S. Beaumont)
"Abstêmio: pessoa fraca que se rende à tentação de negar um prazer a si próprio." (Ambroise Pierce)
"Um brinde à cerveja, a causa e a solução de todos os problemas da vida!" (Homer Simpson)
"Um país não pode ser levado a sério se não tiver a própria cerveja e uma companhia aérea. Ajuda se tiver um bom time de futebol e alguma armas nucleares, mas o mais importante é ter a própria cerveja." (Frank Zappa)
"A vida é muito curta para beber cerveja barata."
"A fermentação foi a maior invenção do homem depois do fogo." (D. Wallace)
"Uma boa cerveja faz até um gato falar." (Velho provérbio inglês)
"A boca de um homem totalmente feliz está cheia de cerveja." (Pensamento egípcio 2.200 a.C.)
"Dê-me uma mulher que ama cerveja e eu conquistarei o mundo!" (Kaiser Wilhelm)
"Eu recomendo pão, carne, vegetais e cerveja." (Sófocles)
"Muitas batalhas foram lutadas e vencidas por soldados lotados de cerveja." (Frederico, o Grande)
"É uma pena que todas as pessoas que sabem como governar o mundo estão neste momento ocupadas tomando cerveja." (G. Beerns)
"Cerveja é simplesmente uma maneira engraçada de ficar sério."
"Pessoas boas bebem boas cervejas." (Antigo provérbio celta)
"Cerevisia marolum... Divina medicina" (Um pouco de cerveja é uma medicina divina - Paracelsus, físico do séc. XVI)
"Cerveja é a única realidade virtual de que preciso." (Lockhorn)
"Cerveja é o melhor remédio." (Provérbio alemão)
"Nós cervejeiros não fazemos cerveja, apenas misturamos os ingredientes e como mágica ela se faz sozinha."
"A cerveja traz felicidade, enquanto a água te deixa molhado." (L. Wilson)
"Eu bebo, para a alegria geral da... mesa toda!" (William Shakespeare, McBeth)
"Um homem que só bebe água tem um segredo a ocultar de seus semelhantes." (Charles Baudelaire)
"Todo mundo precisa crer em algo... Creio que preciso de outra cerveja!"
"Eu aproveitei mais da cerveja do que a cerveja se aproveitou de mim." (K. Floyd)
"Cervejas! Nas vitórias é merecida, nas derrotas é necessária!" (G. Nathan)
"A penicilina cura os homens, mas a cerveja é que os torna felizes!" (D. Daye)
"A cerveja não faz as pessoas fazerem as coisas melhores. Faz com que elas fiquem menos envergonhadas de fazê-las errado." (O. Khayam)
"Economize água. Beba cerveja!"
###
Especialmente para a

Update: acabei de receber do Giba:
"A cerveja e a cachaça são os piores inimigos do homem. Mas o homem que foge dos seus inimigos é um covarde."
Zeca Pagodinho, sambista e sangue-bom
Por Paulo Bicarato, às 13:25 de 05.09.2003 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

27.01.2004

:: Sabedoria Etílica ::

O mais antigo código de leis conhecido, o de Hamurabi da Babilônia (cerca de 1.770 a.C.), declara que a pena de morte poderia ser imposta àqueles que diluíam a cerveja que vendiam.
Por Paulo Bicarato, às 15:03 de 27.01.2004 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

31.01.2004

:: Floripa ::

Tô agora aqui em Floripa, na casa do meu caro amigo Mega e da Isabelle. Dia bacana, sol ardendo, e cerveja gelada. Não preciso de mais nada...
Por Paulo Bicarato, às 15:11 de 31.01.2004 - 1 já comentou aqui
Categoria: Primeira Edição

18.10.2001

:: Da série FILOSOFIA DE BOTECO ::
Não beba e dirija...
Você pode passar bruscamente em uma valeta e derrubar o copo.
Autor desconhecido
|||
Existe uma coisa que me afeta profundamente:
Os homens que não acreditam nos seus líderes nem na cerveja.
Walt Whitman
Por Paulo Bicarato, às 15:52 de 18.10.2001 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

10.03.2006

:: Cerveja e Jornalismo ::

Tudo a ver. Direto do NoBlog, fala o Sérgio Rodrigues:
A feliz metáfora do jornalismo como cerveja foi concebida para jogar luz sobre as relações entre blogs e imprensa tradicional. Seu autor é um professor de Direito que se tornou um dos mais respeitados blogueiros americanos, Glenn Reynolds, do instapundit, em seu último livro, chamado An army of Davids (Um exército de Davis).

A obra de Reynolds tem um subtítulo para lá de romântico – “Como os mercados e a tecnologia capacitam pessoas comuns para derrotar a grande mídia, o grande governo e outros Golias” – que não deixa dúvida sobre a posição do autor nesse debate. Mas mesmo quem, como eu, enxerga aí um excesso de ingenuidade saberá apreciar a metáfora do jornalista como cervejeiro.

A resenha da revista “The Economist” a resume assim:

Sem treinamento formal e usando equipamento barato, quase qualquer pessoa pode fazer (cerveja). A qualidade é variável, mas as melhores marcas caseiras são mais saborosas do que aquele troço que é anunciado durante o Super Bowl. Isso acontece porque faz tempo que as grandes cervejarias, especialmente nos Estados Unidos, tentam atingir um mercado mais amplo empurrando-lhe marcas anódinas que não ofendem ninguém. No entanto, a ascensão das cervejarias caseiras obrigou-as a criar “micromarcas” que têm sabor de verdade.
Por Paulo Bicarato, às 19:00 de 10.03.2006 - 5 comentários
Categoria: Etilíricas

25.04.2005

:: Resumo da Ópera ::

Feriadão: cachoeira gelada, cerveja idem, violões, churrasco na pedra, mais violões, uma cachacinha, zinabres variados pra salgar a boca, outras cervejas, viola, pastel de mortadela (!), mais uma cachoeirada, lua ceia...

E uma amigona, e mais um monte de amigos.
Por Paulo Bicarato, às 15:04 de 25.04.2005 - Comentem!
Categoria: Egotrip

09.02.2005

:: Esquindô, Esquindô ::

Tá certo que eu nunca fui muito chegado às *folias de Momo*, mas em plena segunda-feira de Carnaval participar de uma reunião de poucos amigos, ouvindo Ira! e Oingo Boingo num velho gravador (fitas cassete!), regado a cerveja e ao mais legítimo *aromatizador de ambientes* Universitario (fazia um bom par de anos que eu não via isso :-)... Sei não se é muita nostalgia ou simplesmente insólito (ou as duas coisas).
Por Paulo Bicarato, às 15:55 de 09.02.2005 - 2 comentários
Categoria: Egotrip

07.08.2004

:: Academia Caipira ::

Ivan Villela, violeiro desde o berço, foi aprovado por banca na USP e será o titular da primeira cadeira de viola caipira da universidade brasileira. Como diz o mano dele, Chico Villela: *abrem-se brechas pro majestoso instrumento ombrear-se aos violinos e pianos*.

Pra quem quiser conferir, dia 19 o Ivan toca lá em São Luiz do Parahytinga, ao lado de Suzana Salles e Lenine Santos, na Festa do Padroeiro. Com cachaça e cerveja, que fique bem entendido...
Por Paulo Bicarato, às 13:08 de 07.08.2004 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

22.01.2004

:: Em Boa Companhia ::

Este alfarrabista está postando diretamente de Blumenau. Cheguei hoje, e já fui mais do que bem-recebido pelo Maneco, pela Cris e pela Manu.

Agora, só preciso conhecer melhor a cerveja e as *alemãzinhas* dessa terra...
Por Paulo Bicarato, às 16:40 de 22.01.2004 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

24.01.2008

:: Dieta do Engenheiro ::

Atenção:
Amigos, emagrecer é muito simples, basta beber cerveja bem gelada, em grandes quantidades e deixarmos a termodinâmica cuidar do resto.

Saúde a todos! Já pro boteco… Malhar!
Quer saber mais? Confira a Dieta do Engenheiro, devidamente explicada pelo copoanheiro Adauto, que por sua vez pegou da Anna -- engenheira, of course!
Por Paulo Bicarato, às 11:41 de 24.01.2008 - 1 já comentou aqui
Categoria: Etilíricas

28.08.2008

:: ChurrasGaita ::

Some churrasco, cerveja, violão, gaita, bongô-improvisado, e dá nessas coisas =^)

Por Paulo Bicarato, às 14:04 de 28.08.2008 - 1 já comentou aqui
Categoria: Etilíricas

14.04.2008

:: BicaBicaBar ::

BicaBicaBar*Bica* e *Bar* no mesmo letreiro? Pois é... o achado é do copoanheiro FF, lá em Barcelona. Ele só disse que ainda não conferiu a *qualidade* da cerveja. A original tá lá no Flickr do FF.
Por Paulo Bicarato, às 12:27 de 14.04.2008 - 3 comentários
Categoria: Etilíricas

03.09.2001

Linux: 10 anos
Confira na Wired reportagem sobre as comemorações (com cerveja!) da primeira década de existência do sistema operacional criado por Linus Torvalds.
A festa está aqui.
Por Paulo Bicarato, às 18:46 de 03.09.2001 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

26.07.2006

:: Somos Todos Sacis ::

Sosaci - Sociedade dos Observadores de Saci
Participei, no sábado passado, da assembléia da Sosaci (Sociedade dos Observadores de Saci), auto-intitulada ONC (Organização Não-Capitalista). Transcrevo alguns trechos da ata, só pra vocês sentirem o clima (os negritos são meus:
Ata da Assembléia Ordinária da SOSACI

22 de julho de 2006, no aprazível jardim da Pousada Primavera

Presentes à Assembléia o Mario, Régis, Kiko, Mouzar, Paulo Bicaratto, Enéas, Jô (Relator), Ana Xavier, Ohi e Benito. O Ivan, que estava presente, teve que atender uns jornalistas e ficou dando uma entrevista durante a assembléia.

1. O Mario abriu a assembléia lendo a pauta e, em seguida, passou a fazer um resumo/relatório das atividades da SOSACI;

2. A Ana pediu que fosse estabelecido um teto de 5 e meia da tarde e o Régis foi providenciar algumas latinhas de cerveja, ratificando dessa maneira moção apresentada por ele mesmo na reunião anterior (“Reunião da SOSACI sem álcool é um absurdo”);

3. Mario abriu a discussão sobre a questão da bufunfa, tema cabeludo e onipresente em todas as reuniões e assembléias;

- disse que a questão dos balancetes é importante e que os membros do Conselho Fiscal deverão passar a analisa-los mensalmente e emitir um parecer;

- disse ainda que a importância dos balancetes está vinculada à questão das contribuições dos associados, pois alguns deles querem saber em que é que sua contribuição é aplicada;

[...]

- aí, o Mouzar disse que o Vicente - seu irmão, que havia ido puxar um ronco - propunha que na próxima festa, os bares e restaurantes de São Luiz cobrassem 10 centavos a mais por cerveja vendida e que esse excedente fosse revertido para a SOSACI;

4. Passou-se então a discutir propostas de trabalho para 2006/2007;

- inicialmente, a Ana disse que via problemas de funcionamento na integração de áreas (Artes Plásticas, Literatura, Música e Eventos);

- o Jô concordou e lembrou que quando funcionava o CA, as coisas fluíam muito melhor e não empacavam “por área”;

[...]

- aí, a pedido do Jô, o Ohi apresentou uma idéia que teve de uma coleção sobre mitologia brasileira. Um projeto de fôlego, de anos, que implicaria conseguir bufunfa de algum projeto para manter os saciólogos envolvidos na coisa. O Régis chamou o projeto do Ohi um “surto”, o que deixou a assembléia perplexa e apreensiva, e foi pegar mais umas latinhas de cerveja que ninguém é de ferro;

[...]

- já quase no encerramento da assembléia, o Kiko destacou a necessidade organizarmos a partir de ontem a festa de 28/29 de outubro e o Mouzar relatou uma conversa que teve com o Galvão sobre a possibilidade de ser realizado em São Luiz um Festival anual de Causos.

Acho que foi isso aí.
Por Paulo Bicarato, às 15:46 de 26.07.2006 - 8 comentários
Categoria: Linux Vida Open Source

03.10.2004

:: Com Cerveja! ::

Ranking de 6012 cervejas de 137 países.
Essa eu vi lá no Duende, que pegou lá do Ney. E que eu mando especialmente pra .
Por Paulo Bicarato, às 18:08 de 03.10.2004 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

03.02.2010

:: Alarme ::

Momentos de instabilidade aqui no Alfarrábio, que ativaram os sensores de (in)segurança. Algum sacana hackeou o blog -- é, não chegou a crackear --, que estava sendo redirecionado prum outro endereço. Graças, porém, à valiosa colaboração do copoanheiro Adauto [se precisarem de um adevogado-hacker, podem falar comigo -- cobro só 10% de comissão, fora a cerveja], o código virulento foi estirpado. Mas, como já vínhamos cogitando há algum tempo, foi mais um sinal pra que migremos, definitivamente, do Nucleus pro Wordpress. Vou estudar um pouquinho [RTFM!], mas se alguém tiver alguma dica, agradeço.
Por Paulo Bicarato, às 13:07 de 03.02.2010 - Comentem!
Categoria: Tecnologices

01.08.2002

:: Boêmia & Boemia ::
“Eu fui aluno do Antenor Nascentes. E ele dizia: ´Eu sei que ruim é o certo, mas ruim é uma palavra muito feia. Eu digo rúim, porque o sujeito que comete uma ruindade é rúim, porque, se ele for ruim, ele está pedindo desculpa, ruíiiim´. É o mesmo de boemia e boêmia. O sujeito que gosta da boêmia vai dormir às 10 horas da noite. A boemia é uma coisa esticada, boemíiiia.”
###
Palavras do grande Mário Lago, o apaixonado Amélio pelo Brasil, retiradas de uma entrevista concedida à Caros Amigos.
Em tempo: eu sempre pronunciei *boemía*. Só digo *boêmia* quando peço a cerveja pela marca, a *Bohemia*.
Por Paulo Bicarato, às 02:54 de 01.08.2002 - Comentem!
Categoria: Primeira Edição

18.02.2009

:: Dominó de... Cerveja ::

Só uma perguntinha: pra fazer isso, e com tamanha, ãhnnn, criatividade, esses caras tiveram que esvaziar todas aquelas garrafas, correto? Mas não tentem fazer isso em casa, crianças.

Por Paulo Bicarato, às 18:26 de 18.02.2009 - Comentem!
Categoria: Etilíricas

22.05.2006

:: Filosofia Pura ::

Pra começar a semana, um pouco da filosofia do Barão de Itararé:
O homem é um animal que pensa; a mulher, um animal que pensa o contrário. O homem é uma máquina que fala; a mulher é uma máquina que dá o que falar.

O homem que se vende recebe sempre mais do que vale.

A sombra do branco é igual a do preto.
E uma pérola do Antônio Maria:
Mulher dos outros

Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um português e nos conhecia de nome de notícia. Propôs-nos, em vez de café, um vinho maduro, que recebera de sua terra, "uma terrinha (como disse) ao pé de Braga". Não se recusa um vinho maduro, sejam quais forem as circunstâncias. Aceitamo-lo. Nossa grata homenagem a José Manuel Pereira, que nos deu seu vinho.

Nesse café, além de nós, havia um casal, aos beijos. As garrafas vazias (de cerveja) eram quatro sobre a mesa e seis sob. Beijavam-se, bebiam sua cervejinha e voltavam a beijar-se. Não olhavam para nós e pouco estavam ligando para o resto do mundo. Em dado momento, entraram dois rapazes e pediram aguardente no balcão. Ambos disseram palavrões, em voz alta. O casal dos beijos e da cerveja parou com as duas coisas. Outros palavrões e o cabeça do casal protestou:

— Pára com isso, que tem senhora aqui!

Um dos rapazes dos palavrões:

— Não chateia!

— Não chateia o quê? Pára com isso agora!

Um dos rapazes do palavrão:

— E essa mulher é tua mulher?

— Não é, mas é mulher de um amigo meu!

A briga não foi adiante. Todos rimos. O dono da casa, os rapazes dos palavrões, o casal. Está provado que: quem sai aos beijos com mulher de amigo não tem direito a reclamar coisa alguma.

Publicada originalmente no jornal Última Hora – Rio de Janeiro, de 23-08-1960, foi extraída do livro “Benditas sejam as moças: as crônicas de Antônio Maria”, Editora Civilização Brasileira – Rio de Janeiro, 2002, organização de Joaquim Ferreira dos Santos, pág. 115.
Por Paulo Bicarato, às 16:25 de 22.05.2006 - Comentem!
Categoria: Biblios

20.08.2007

:: Jam Session ::

Rodrigo na batera - Jam session no Circuito Liberdade - Café CulturalAinda tô fuçando no brinquedinho, minha mais nova aquisição, a Cybershot DSC-W80. Efeitos inesperados acontecem, mas não se é muito recomendável fotografar com o cigarro aceso: dá nessas coisas aí...

Mas o Rodrigo se saiu bem na jam session durante o Circuito Liberdade, no Café Cultural -- segurou bacana a batera. Além do rock'n'roll, grafitti, oficinas de pintura em terra, de tango, performances inesperadas e, claro, cerveja gelada. Aos poucos vou subindo mais fotos do evento e aviso aqui. Por enquanto, já subi algumas fotos no Flickr.
Por Paulo Bicarato, às 17:00 de 20.08.2007 - 3 comentários
Categoria: Etilíricas

06.05.2005

:: Boff e a Ressurreição ::

Bacana, muito bacana, a coluna do Leonardo Boff no JB de hoje. Um trecho:
Sexta-feira, dia de ressurreição
[...] E saio emocionado em direção ao carro, chorando de alegria por assistir a ressurreição acontecendo, testemunhando a vida invencível e indestrutível dos pobres e dos oprimidos, o nosso povo, os preferidos de Deus. A ressurreição acontece de novo, cada sexta-feira, na esperança de que um dia vire um eterno domingo de Páscoa. Essa fé vale pra mim mais que todas as discussões sobre o novo Papa.

Íntegra: [leia mais...]
Por Paulo Bicarato, às 16:41 de 06.05.2005 - 5 comentários
Categoria: Pensatas

04.07.2002

color=FF8000:: Há 4.500 anos... ::
Arqueólogos descobriram marcas de equipes de trabalhadores que construíram as pirâmides do Egito. Era uma maneira de as equipes mostrarem quanto e como trabalhavam, deixando seu registro naquelas obras que passaram ao patrimônio da humanidade. Transcrevo da National Geographic:
[...] Em dois blocos na câmara mais elevada da pirâmide de Quéops, por exemplo, uma turma de operários pintou hieróglifos que significam “Amigos de Quéops”. E, no templo funerário de Miquerinos, outra equipe deixou escrita sua insígnia: ”Bêbados de Miquerinos”. [...]

A exemplo dos faraós e outros nobres, os anônimos operários e cidadãos também iam para suas tumbas com pertences e alimentos para a *vida no além*. E muitos deles não esqueceram de levar várias jarras de cerveja...
Por Paulo Bicarato, às 18:57 de 04.07.2002 - 1 já comentou aqui
Categoria: Primeira Edição

03.01.2007

:: Parahytinga, 2007 ::

Ahnnn, uhnnn... uma espreguiçada aqui, outra ali, e a gente tenta esquentar os motores pra 2007, depois de passar o réveillon lá em São Luiz do Parahytinga. Gente bacana, música idem, marchinhas rolando no meio da rua, cerveja gelada e abraços, muitos abraços. Qualquer mensagem de começo de ano acaba no chavão, é difícil escapar. Mas deixo aqui pra vocês meus votos de que toda essa fraternidade, alegria, abraços (e cervejas!) que marcaram minha entrada em 2007 se multiplique pra todos nós, e que possamos ajudar, assim, a construir um mundo mais bacana.

E, já que estamos falando de São Luiz, fica a dica de um camarada lá da terrinha, o Negão. Pra quem estiver em Sampa, vale a pena conferir.
Oi Paulo, aqui é Negão dos Santos e vou deixar recado pra você espalhar, por favor: o Paranga vai estar no Centro Cultural São Paulo sábado dia 06/01/07, 19:00 h. Se der a gente se vê lá.
Abraço,
Negão
Por Paulo Bicarato, às 11:55 de 03.01.2007 - 1 já comentou aqui
Categoria: Primeira Edição

23.03.2006

:: Piva ::

*Aula* gratuita do Milton Ribeiro:
Em russo, vermelho é "krassnii". E a origem de "krassni" é a mesma do substantivo "beleza"; ainda hoje, pode-se usar "krassni" para classificar uma coisa de bela, numa linguagem assaz erudita --e um tanto antiquada. E "prekrassnii" --"krassnii" com um prefixo trivial-- significa "maravilhoso", na linguagem usual dos russos. Por acaso, não torço para o time certo? Queres mais? Azul é "galuboy"... Eu, desde o inicio, achava que a palavra soava muito, mas muito estranha. Evitava pronunciá-la até. Pois sabe o que eu fiquei sabendo? O outro significado de "galuboy" é viado, puto, bicha... De novo, nós não torço para o time certo? A fonética é maravilhosa!

Por outro lado... "Vodka" é uma palavra que, originalmente, é uma derivação carinhosa da palavra "vadah", que significa água? E que o verbo beber é "pivv", em russo, e que "piva", o verbo substantivado, significa cerveja? Não é debalde que quando a gente enxergava o Ieltsin ele estava cambaleando...
Por Paulo Bicarato, às 11:21 de 23.03.2006 - 1 já comentou aqui
Categoria: Blogosfera

12.01.2005

:: À Guisa de... ::

...orelha de livro (ainda) não-publicado, diria apenas que esse *resumo* nunca conseguirá representar o que, efetivamente, foi-é o MetaFora. Foi durante o andar da carruagem que uma série de conceitos vieram a se incorporar ao caleidoscópio já turbilhoante da riqueza de
idéias e de pessoas que acabaram crescendo e se multiplicando. Alguns subversivos mais radicais insistem na releitura do preceito: agora, o mote é reagrupar-se e se esporificar.

Se, por um lado, o relato do FF pretende registrar passos importantes e articulações que levaram a vários projetos (ainda que alguns natimortos), por outro lado ficam faltando as entrelinhas. Não por culpa dele, ou mesmo de quem quer que se propusesse a essa missão: muito além do *clube dos treze*, foram mais algumas centenas de cabeças pipocando, reverberando, mandando pedradas... Impossível registrar todas as nuances que isso provoca, alimentadas ainda pelas idissincrasias, pelos vícios e virtudes de cada um, pelos orgulhos e paixões que encontraram terreno fértil e sem barreiras para se desenvolver. E, sim, algumas muitas incontáveis cervejas...

Então, TAZ. Enquanto ainda tiver paixões pulsando, estamos aí. E, se a cerveja acabar, é só mudar de boteco.

Impressões rápidas sobre uns escritos do FF. Ele me cobrou, mais uma vez, a complementação (ou uma parte a mais) disso. Farei.
Por Paulo Bicarato, às 04:31 de 12.01.2005 - 2 comentários
Categoria: Pensatas

12.07.2001

Achei uma explicação para a capa do quarto álbum do Led Zeppelin. Cada símbolo representa um dos componente da banda.
  • O símbolo de Page não se trata da palavra ZOSO ou nenhuma combinação de letras como possa parecer. É um mistério. A única coisa que se sabe é que o símbolo parece com o símbolo alquímico do mercúrio.
  • O símbolo de Jones (o círculo com as três ovais se interceptando) veio de um livro de runas e aparentemente representa confiança e competência. Ele também aparece na capa de livros Rosa Cruz.
  • O símbolo de Bonham (os três circulos) vem do mesmo livro e representa a trilogia homem-mulher-criança. Por coincidência é também o símbolo da cerveja Ballantine.
  • Plant, assim como Page, desenhou o seu proprio símbolo. A pena no circulo é baseada em um símbolo da antiga civilização Mu.
  • Por Paulo Bicarato, às 17:49 de 12.07.2001 - Comentem!
    Categoria: Primeira Edição

    16.08.2005

    :: Maracatu Atômico ::

    Só um exemplo do fim-de-semana em Pirenópolis:
    Pirenópolis - Maracatu Atômico
    Eu trabalhando, de bermuda-chinelo-camiseta, acesso wi-fi, enquanto rolava oficina de maracatu. Atrás de mim tinha oficina de xilogravura, e lá na frente oficina de metareciclagem. Tudo acontecendo na Coepi (Comunidade Educacional de Pirenópolis), que abriga um dos Pontos de Cultura.

    Depois, cachoeira e cerveja.

    Atualização: "Estar no mundo sem fazer história, sem por ela ser feito, sem fazer cultura, sem 'tratar' sua própria presença no mundo, sem sonhar, sem cantar, sem musicar, sem pintar, sem cuidar da terra, das águas, sem usar as mãos, sem esculpir, sem filosofar, sem pontos de vista sobre o mundo, sem fazer ciência ou teologia, sem fazer assombro em face ao mistério, sem aprender, sem ensinar, sem idéias de formação, sem politizar não é possível."
    -- Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, Ed. Paz e Terra, 1996

    Atualização 2: Esqueci os créditos, caramba.
    Foto: Uirá, o menino-maluquinho;
    Oficina de metareciclagem: Jeff e Haina, mais Ananias;
    Oficina de maracatu: Caranguejo;
    Oficina de xilogravura: Thiago;
    *Cabeças* da Coepi: Isabela e Rogério;
    Cachoeiras: Bonsucesso
    Por Paulo Bicarato, às 18:59 de 16.08.2005 - 13 comentários
    Categoria: Linux Vida Open Source

    28.08.2008

    :: Semana da Canção ::

    Semana da Canção BrasileiraDe 15 a 21 de setembro, São Luiz vai ficar pequena (de novo!). Dêem só uma conferida em algumas pessoas que estarão por lá, com oficinas, shows, bate-papos e, claro, cerveja: Tata Fernandes, Zé Miguel Wisnik, Hélio Ziskind, Paulo Padilha, Zuza Homem de Mello, Arthur Nestrovski, Juçara Marçal e Kiko Dinucci, Barbatuques, Marco Rio Branco e Thar, Tetê Espíndola, Tânia Moradei, Virgínia Rosa, Pedro Luís e A Parede, Moraes Moreira, Estrambelhados, Zeca Baleiro, Lenine...

    Achou que é pouco? Então tá. Pra completar, nada mais nada menos que Tom Zé e, fechando com chave de ouro, o mestre Antonio Nóbrega. Precisa comentar alguma coisa?

    Suzana Salles dá o tom:
    Nosso repertório coletivo de canções forma um tecido raro dentro do mundo, e é reconhecido por sua singularidade e diversidade. E é através do conhecimento e do pensamento sobre nossa cultura musical que podemos crescer cada vez mais. Neste sentido, a cidade de São Luiz do Paraitinga é a mais perfeita tradução do que seria um ideal de criatividade musical, quando promove e brinca seu carnaval e suas festas tradicionais. Portanto, mais uma vez a produção da Semana e eu convidamos todos para comemorar esta festa de Música Popular Brasileira.

    Bem vindos a São Luiz do Paraitinga.
    Por Paulo Bicarato, às 14:53 de 28.08.2008 - 2 comentários
    Categoria: Etilíricas

    15.02.2008

    :: Campus Party, de Novo ::

    Circo total! Acho que não tem outra explicação pra Campus Party: um clima mais do que descontraído, povo discutindo, trocando idéias, *fazendo*. Pra falar a verdade, ainda não digeri totalmente a parada, mas, em primeiro lugar, valeu só por rever muitxs aliadxs, ouvir o Maddog e o Johnson, conhecer o Pedro Doria, conversar um pouquinho com o Heródoto Barbeiro e, claro, tomar uma cerveja com a galera à noite. Em algumas listas, há quem esteja esperneando, dizendo que não entendeu nada, o que era aquilo e blablablá. Mas, na minha visão, não havia nenhum propósito específico: o lance era mesmo colocar o povo cara-a-cara, num imenso network, fazer acontecer a *nerdstock*. Há, claro, críticas, mas depois que eu digerir melhor a parada, escrevo mais. Fiquem aí com algumas imagens -- ah!, ganhei de presente do Sapolino uma conta *pro* no Flickr =^)


    Steven Johnson

    MetaReciclagem e o OLPC

    John *Maddog* Hall

    Aquário da imprensa
    Por Paulo Bicarato, às 17:06 de 15.02.2008 - Comentem!
    Categoria: Linux Vida Open Source

    20.05.2003

    :: Informação Livre ::
    A Tríade da Informação Livre:
    a) Infra-estrutura física: estações, servidores, dispositivos conectados à rede, integração de redes, estruturas alternativas de interconexão;
    b) Infra-estrutura lógica: sistemas de publicação coletiva, adaptação a padrões de intercâmbio de informação;
    c) Interação e integração de capital humano: as trocas de informação. Educação, arte e mobilização social.

    Essa discussão já vem de um bom tempo. O modelo é relativamente simples, mas mexe principalmente com questões culturais arraigadas. Mas quebrar essas resistências faz parte do jogo, e já estamos vendo nascer alguns embriões que, tenho certeza, irão se multiplicar exponencialmente em pouco tempo.
    A partir de um *tentáculo* que acabou soltando esporos e contaminando algumas pessoas, um desses embriões pode estar em gestação aqui em Guará.
    A *tríade*, para se completar, está dependendo apenas de uma das *pernas*, que seria exatamente o Metá:Fora. Infra-estrutura física está pronta; apoio técnico/logístico, idem; falta apenas otimizar o uso disso tudo.


    Update:
    Depois de uns bons anos sem ver o Charles, eis que dou uma topada com ele no centro da cidade. "E aí, como é que vai", etc., etc., ficamos de combinar uma cervejinha para colocar o papo em dia. Antes de a cerveja ser marcada, porém, a troca de dois ou três e-mails já definiu a *pauta* do papo presencial, que desembocou exatamente na possibilidade de consolidarmos essa tríade informacional descrita aí acima. Resumidamente, é isso.
    Ah, sim! Ainda haverá outras cervejas...
    Por Paulo Bicarato, às 17:54 de 20.05.2003 - Comentem!
    Categoria: Primeira Edição

    24.03.2005

    :: Divina Comédia ::

    Para entender um pouco mais o que se passa:
    [...] A população da pequena cidade paulista de Guararema demorou a entender o que aquele bando de cabeludos estava fazendo ali. Eles chegaram em um ônibus Mercedes Benz, todo colorido, com uma espécie de palco no teto e um gerador de energia na lateral. Sem falar no buggy pintado com as cores da bandeira norte-americana e as barulhentas motocicletas que vinham atrás do ônibus. Depois de passar pelo centro da cidadezinha, a comitiva seguiu até uma fazenda, a cerca de 15 km dali, onde a animada tripulação montou acampamento.

    Era a oportunidade que os Mutantes esperavam há muito tempo. Os cinco já não aguentavam mais ficar tocando e cantando em lugares caretas, como bailes em clubes ou festas da cerveja pelo interior. O sonho de viajar por vários cantos do país, fazendo grandes shows ao ar livre, com ingresso gratuito, começava enfim a se tornar realidade.

    O articulador desse projeto era Cláudio Prado, um produtor visionário que voltara há pouco da Inglaterra, onde viveu por seis anos. Cláudio saiu do Brasil para estudar Sociologia, mas mudou radicalmente de vida ao se envolver com o rock e a cultura underground. Os Mutantes o conheceram numa de suas visitas a Gilberto Gil, em Londres. Quando voltou ao país, no final de 71, Cláudio planejava fazer um programa de rádio baseado na experiência das rádios-piratas inglesas, que encaravam a música pop como pivô de uma futura revolução cultural. Porém, ao se ligar aos Mutantes, ele vislumbrou a possibilidade de fazer algo mais imediato e excitante. [...]

    A Divina Comédia dos Mutantes, de Carlos Calado - pág. 261 - Editora 34, 1995
    Ou: o meu refrigerador não funciona...
    Por Paulo Bicarato, às 11:08 de 24.03.2005 - 3 comentários
    Categoria: Almanaque

    29.09.2006

    :: Pensata 4795 ::

    Moleskine
    Notebook de papel? Pois é... pelo jeito, agora o hype é sentar na mesa do boteco e exibir não só seu celular de última geração, seu notebook, seu PDA, seu Ipod etc. etc. O gadget do momento é ter sempre à mão seu Moleskine. Modismo agora é preciso mostrar que há vida fora da web, que eu também sou *humano* e uso ferramentas prosaicas, que eu também ando de bicicleta e que também alimento meu cachorro...

    Fiquei encucado com esse papo numa das listas de discussão de que participo -- e ainda não cheguei a nenhuma conclusão. Este post, aliás, serve apenas como registro pra que eu me lembre de pensar mais nisso. Sintomático, também, o sucesso que o blog do Marcelo Camelo, vocalista do Los Hermanos, lançou: por ser escrito a mão.

    Nesse meio tempo, ruminando o papo na lista e conversando com o FF d'além-mar, direto de Lisboa (entre uma hackeada e outra no frigobar do hotel e comentários sobre os bigodes das lisboetas), o próprio conta que já havia pensado em otimizar uma ferramenta que proporcionasse mais agilidade pra um blog escrito a mão -- dá pra fazer, mas os atuais clientes de blog exigem que se abra o browser, faça upload do arquivo etc. A idéia do FF é ter uma caixinha com um só botão, ou uma caixa de diálogo pra pôr título e tags. Idéia a ser tocada pra frente, enquanto o próprio FF já vai treinando uns rabiscos.

    Aí desço prum cafezinho com o copoanheiro Adauto, comento sobre essas especulações todas, e o cara me sai com essa: *quantas realidades existem na nossa realidade?*. É... metafísica de sexta-feira à tarde não dá. Combinamos de voltar ao assunto na cerveja pós-expediente.
    Por Paulo Bicarato, às 14:20 de 29.09.2006 - 4 comentários
    Categoria: Pensatas

    02.04.2009

    :: Indy Jones Caipira ::

    Encontro-me em uma cidade mais-que-tricentenária, cujo aniversário é comemorado amanhã, 3 de abril. Dentre as inúmeras missões impossíveis que me são delegadas [vide, por exemplo, aqui e aqui], dias desses um intrépido (?) investigador, embasado em suposições duvidosas de um ex-alcaide e historiador, joga-me ao colo uma intrigante questão: descobrir onde, quando, como, por quê haveria ocorrido o *desaparecimento* de um malfadado (e suposto) Marco-Zero da antiga vila que se tornou um centro urbano.

    Imbuído, pois, do melhor espírito Indiana Jones, me embrenhei na caçada misteriosa do Marco-Zero perdido. Revolvi alfarrábios, acionei as melhores fontes disponíveis, varei madrugadas tentando decifrar onde, afinal, estaria escondido este intrigante Marco-Zero, esse desconhecido.

    Eis que, em meio a pistas contraditórias, atalhos que somente me desviavam do caminho correto, larápios me oferecendo pretensas dicas valiosas em troca de fortunas que não possuo, loiras e morenas e ruivas sedutoras tentando me subornar pela lascívia, acabei por ver-me definhando nessa busca atroz e ingrata.

    Dos inúmeros sábios que consultei (depois de subornar lacaios arredios), apelando inescrupulosamente pra que rompessem regras secretas de uma milenar ordem iniciática e desenterrassem da memória algum vislumbre sobre quem seria, onde estaria, quando se embrenhou na poeira do passado este ingrato Marco-Zero, nada obtive. Todos os sábios (ah!, só eu sei os apuros e perigos que enfrentei pra conseguir chegar a eles) sim, já ouviram falar vagamente deste Marco-Zero. Ninguém, porém, teve a honra de conhecê-lo pessoalmente...

    Quando, já tomado pelo desespero, prestes a jogar a toalha (a última cerveja acabou; os cigarros idem), eis que uma faísca me aponta algum norte: fico sabendo que um velho trabalhador afirma que, sim, chegou a VER este obscuro Marco-Zero. Alvíssaras! O ânimo volta a correr pelas veias e, resgatando as parcas forças que ainda me sobram, vou em busca desse detentor da chave do segredo.

    Enfim, chego à humilde choupana onde reside o velho ancião (ô, redundância). Esforço-me para conter a ansiedade, quando a porta se abre, rangendo, deixando penetrar no cômodo úmido uma fresta de luz -- a mesma fresta pela qual me consumi em sua busca. Posso, então, encarar o ancião: os olhos esmaecidos e a pele rugosa evidenciam uma idade incalculável, digna de de possuir segredos e mistérios como o que me desafia.

    Reverencio o homem, e humildemente lhe indago sobre o *dissimulado* Marco-Zero (na verdade, omito o nome indizível, temendo obter o efeito contrário: o velho se calar diante de tal heresia).

    Balbuciando, numa voz que parece vir das profundezas do tempo -- em contraste com a minha pulsação, que cresce exponencialmente a cada pequena sílaba decifrada --, o velho me testa. Contenho-me mais uma vez, ciente de que qualquer palavra errada, qualquer gesto em falso porá tudo a perder -- ao lado, o grande cão de guarda do velho está a postos, pronto a me atacar ao menor gesto de seu protegido.

    Ignoro quantas horas se passaram. Inebriado pela inusitada química que mescla ansiedade e medo e uma inexplicável euforia, sou completamente tomado pelas palavras do velho. Depois de me revelar segredos indizíveis, inexpugnáveis, ele, enfim, parece chegar ao ponto: o Marco-Zero esteve localizado, em tempos imemoriais, onde hoje se localiza a fonte luminosa (coincidência?) da praça central, em frente à antiga Igreja. Tal Marco, no entanto, não passava de um Zero à esquerda -- um singelo marcador topográfico, com coordenadas geográficas que alguns incautos se esmeraram em conceber como signos cabalísticos...

    .::.|*|.::.


    Mandei o velho pra putaqueopariu, chutando o vira-latas que saiu ganindo, e fui tomar minha merecida cerveja.
    Por Paulo Bicarato, às 17:47 de 02.04.2009 - 2 comentários
    Categoria: Etilíricas

    26.09.2007

    :: Grafo Social ::

    Interessante esse papo. O Gilberto Jr. explica melhor:
    Manifesto do Grafo Social Livre

    A idéia é criar um padrão para o grafo social, como há com o RSS e ATOM para distribuição de conteúdo. Esta é a proposta de David Recordon a respeito da abertura do Grafo Social:

    * Você deveria ser dono da sua rede social
    * Privacidade deve ser levada a sério, deixando o controle nas suas mãos.
    * É bom ser capaz de encontrar aquilo que já é público sobre você na internet.
    * Todo mundo tem várias redes sociais, e elas não precisam estar sempre conectadas.
    * Tecnologias abertas são os melhores meios para se resolver estes problemas.

    [...] Assim como o OpenID busca resolver o problema de identidade online de maneira aberta, para que nenhuma empresa tenha o controle sobre isso e também para evitar que você precise criar um novo login e senha (ou seja, uma nova identidade) para cada serviço que você entrar, a idéia é criar uma solução livre que te dê o controle sobre sua rede social.

    [...] Então, o controle sobre a rede social deixará de ser o grande diferencial entre uma rede e outra, e o que vai realmente importar não será se meus amigos estão ou não neste bar, mas a qualidade do bar em si. Será possível tomar a cerveja gelada deste bar, comer os salgadinhos do outro, ouvir a música de um terceiro, tudo isso ao mesmo tempo, junto com seus amigos.

    [...] Como disse Alex Iskold, do blog Read Write Web, a questão parece simples na superfície, mas há uma quantidade gigantesca de trabalho para fazer isso acontecer realmente. E este é um trabalho da comunidade de software livre que deve ter um impacto gigantesco na história da humanidade e na maneira como as pessoas se relacionarão daqui pra frente.
    Por Paulo Bicarato, às 19:33 de 26.09.2007 - Comentem!
    Categoria: Linux Vida Open Source

    13.08.2003

    :: Piadinhas Batidas - Versão Blogosfera ::
    Um blogueiro morreu e foi pro inferno. Chegando lá, foi recebido pelo capeta (blogueiro, também, óbvio), que lhe apresentou várias opções de castigo - pra que ele escolhesse sua purgação. Foram passeando pela galeria de suplícios e o pobre blogueiro se apavorava com as alternativas: almas penadas sofrendo com conta de e-mail no Bol, pobres espíritos esperando angustiados uma eternidade pra acessar, condenados desventurados com acesso discado que caía a toda hora... O blogueiro se apavorava mais a cada instante.
    Então, numa das salas da galeria, ele observou um negão enrabando o Bill Gates. Vendo naquilo uma vingança pelos tantos dissabores por que passou com o Windows, o blogueiro não teve dúvida - e falou pro capetão: - Escolho esse aqui.
    E o capetão, gritando pro encarregado dos castigos:
    - Ô, Tião! Esse aqui escolheu o mesmo castigo do Bill Gates!

    ***

    O menininho blogueiro chegou chorando pra mãe blogueira e:
    - Buáááá, mãe, tão me chamando de cabeção, na escola!
    E ela, apaziguadora:
    - Quêisso, meu lindinho. É porque você tem um blog mais bonito que os deles. Tudo inveja. Agora vai lá no técnico pegar de volta a torre do computador pra mamãe que ela tá doida pra blogar!
    - Ah, mãe, aquela torre é tão grande! Como eu faço pra carregar?
    - Ah, traz ela dentro do seu bonezinho...

    ***

    A bichinha blogueira todo dia passava em frente a uma obra e o operário blogueiro mexia com ela:
    - Ô, boiola!
    E a bichinha, amuada:
    - Fala, pau-de-arara.
    Todo dia assim. A bichinha passava e:
    - Ô, morde-fronha!
    E ela, fazendo beiço:
    - Fala, bóia-fria.
    Um belo dia, indo à festa de entrega do Ibest, a bichinha blogueira passou toda produzida, parecendo a Cláudia Raia. O operário blogueiro, embasbacado, deu o braço a torcer:
    - Lindo template novo!
    E a bichinha, abrindo pela primeira vez um sorriso pro operário:
    - Fala, Steve Jobs.

    [Copy&Paste direto da Praia do Nélson. Como em toda praia, tem outras piadas infames, petiscos - com e sem areia - e cerveja gelada, entre outras coisas...]
    Por Paulo Bicarato, às 01:18 de 13.08.2003 - Comentem!
    Categoria: Primeira Edição

    17.03.2010

    :: Microcontos ::

    Tá no ar o Concurso Cultural de Microcontos do @Abletras, o tuíter da Academia Brasileira de Letras. Interessados em participar têm que seguir o @Abletras e enviar o texto -- com até 140 caracteres -- pra academia@academia.org.br, com nome, endereço e telefone para contato. O tema é livre.

    Ok, iniciativa bacaninha pra tirar o pó da Academia, talvez, e tentar mais popularidade na web. Mas voltemos alguns anos, mais precisamente até 2005, e resgato uma *brincadeira* pensada, montada, organizada e colocada no ar por aquele que é um dos dinossauros da blogosfera brazuca, o Nemo Nox [seria, talvez, esse tal de Pycnonemosaurus? :-P ]. Na época, muito antes de o tuíter limitar as mensagens a toques telegráficos, o Nemo convidou um monte de outros dinossauros blogueiros pra um desafio: criar nanocontos, com no máximo 50 caracteres. Fui dar uma conferida, e o projeto ainda tá no ar: A Casa das Mil Portas.

    Entre vários nomes bem mais expressivos da blogoseira, este alfarrabista também participou do projetim [quando do lançamento, registrei aqui]. E, como a Casa foi montada num esquema randômico, em que cada porta que se abre nunca se sabe onde vai dar, pra achar algum dos meus nanocontos é preciso contar com a sorte (ou azar, sabe-se lá...). Fucei aqui e achei, lá no fundo do baú, minhas contribuições originais (algumas estouraram o limite de 50 caracteres e foram enxugadas posteriormente). Ok, não são nenhum primor, mas a brincadeira é um exercício interessante.
    Alice foi passear na Terra do Nunca. Foi quando Peter Pan descobriu o País das Maravilhas.

    Era um fio que se perdeu da meada e se meteu num nó górdio. Nunca mais entrou na linha.

    Chamava-se Ponto Final, mas não queria ser assim, tão definitivo. Fez uns filhos e...

    Pensava com seus botões, e viu que estava nu. O espelho se rachou de rir.

    Revolução no boteco: a cerveja não aguentava mais as batatas fritas.
    Por Paulo Bicarato, às 11:59 de 17.03.2010 - Comentem!
    Categoria: Blogosfera

    03.03.2009

    :: Carná? Que Carná? ::

    Sabem o que é passar o Carnaval inteirinho sem ouvir um único batuque ou ver nada do que rolou na Marquês de Sapucaí? Pois é, esse ano eu consegui. Acabei convencendo minha copoanheira a encarar a estrada -- pra quem não sabe, este alfarrabista não dirige --, e lá fomos nós rumo a Visconde de Mauá-Maringá-Maromba. Umas quatro horas de viagem, com direito a chuva lá no finalzinho, bem na descida da serra, pra desespero da Rose. Mas chegamos, sãos e salvos, indo direto pro primeiro boteco tomar a merecedíssima primeira cerveja do Carná (primeira pra ela, porque eu já fui devidamente abastecido com algumas latinhas).

    Assim que a chuva dá uma folga, lá vamos nós procurar hospedagem -- claro que eu não fiz nenhuma reserva, né? --, e meio que no improviso descolamos um quarto até que bem razoável, bem ao lado do rio Preto, com o ininterrupto som das corredeiras. (A barraca e o saco-de-dormir, além de uns edredons, estavam estrategicamente no porta-malas do carro, mas a recepção chuvosa, à noite, abortou a hipótese de acampamento.)

    Rosinha Maringá
    Rosinha, Maringá-MG
    Isso em Maringá, que, pra quem não conhece, é das três vilas a com melhor infraestrutura. Bacana é que há a Maringá-RJ e a Maringá-MG: uma ponte só pra pedestres, de uns 40 metros de extensão, separa os dois estados. Vamos, então, passear em Minas, uai, onde somos recebidos pela simpática Rosinha: é, essa mulinha aí ao lado. Dizem que ela tem seus cerca de 30 anos, e vive solta pelas ruas, sendo *adotada* pelos comerciantes locais. Verdade ou não, o fato é que ela atende pelo nome, pára, recebe afagos e segue sua calma fiscalização pelas ruelas.

    Maromba poção
    Poção, Maromba
    Bom, resumindo a história: entre cervejas e petiscos, circulando entre gente de todas as idades e malucos-beleza e grã-finas, fazendo trilhas até Maromba – por todos os lados, de qualquer ângulo que se olhe, a mata e o rio oferecem paisagens e detalhes fantásticos (e olhe que quem diz isso pode garantir que já fez mais de meia-dúzia de trilhas por esse brasilzão afora...). Voltando pra Maromba, sugiro um restaurante que, à primeira vista, me chamou a atenção, e minha intuição não decepcionou. Escolhemos uma mesinha e, antes de fazer qualquer pedido, o proprietário, César, vem reclamar (intimar?) porque não passamos pela *recepção*. Pelas regras da casa, todos têm que passar pelo balcão principal e degustar um dos licores à disposição -- e o César degusta junto, brindando a cada cliente. Cobro dele uma cachacinha e, claro, o cara não se faz de rogado: providencia o brinde em minutos. Chato trabalhar assim, viu?

    De noite, nada de energia elétrica. O negócio é se adaptar à luz de velas e apreciar o céu estrelado, daqueles que os urbanóides nem imaginam que exista. (Pausa...) Dia seguinte, lá vamos nós encarar as Cachoeiras do Alcantilado [segundo o Houaiss, *que apresenta forma escarpada, íngreme; de altura elevada; de grande extensão vertical* -- ou seja, nada a ver com *Vale Encantado*, supostamente de origem tupi (!), segundo me tentou explicar uma gaiata de lá]. São nove cachoeiras em sequência, uma melhor que a outra, além de grutas, por trilhas bem sinalizadas e preservadas (parênteses: até onde pude perceber, é um exemplo bacana de preservação e sustentabilidade, com uma infraestrutura bem razoável).

    Rose&Eu
    Rose & Eu
    Chegamos só até a sexta cachoeira, a apenas 350 metros do final – mas 350 metros pra lá de íngremes, e a Rose já tava entregando os pontos... Voltemos, então, ao pé do morro e paramos pra outra merecida cervejinha na lanchonete. Aí, a surpresa: eis que surgem a Bianca&SAmadeu, fazendo a *viagem de batismo* do filhote Lucas (até que demorou pra encontrar algum conhecido lá). Mais cerveja e uma cachacinha (esta, o Lucas, do alto de seus quatro meses de idade, queria porque queria experimentar), em meio ao bom papo e à simpatia do Samadeu e da Bianca, e cercado por aquele cenário espetacular -- viajar, pra mim, é isso: conhecer lugares, compartilhar emoções e experiências, encontrar gentes... Conclusão: é, preciso viajar mais, botar mais o pé na estrada. E, em boa companhia, melhor ainda. Tks, Rô =^)

    Rose no Alcantilado
    Rose no Alcantilado


    [Este post é carinhosamente oferecido à Lúcia Malla e à Mô Gribel]
    Por Paulo Bicarato, às 13:10 de 03.03.2009 - 2 comentários
    Categoria: On the Road

    17.04.2006

    :: Parahytinga SLD ::

    São Luiz do Paraitinga, impossível negar, tem algo de mágico. Fico meses sem aparecer por lá e, quando vou, é como se nunca tivesse saído: basta chegar sem avisar, sentar na praça ou em qualquer boteco e, em cinco minutos, a roda está formada –quase sempre com um ou vários violões, que parecem brotar do nada.

    Este fim-de-semana prolongado voltei lá. Sem a lotação inacreditável do Carnaval, a cidade estava perfeita. De cara, sou avisado de que o coreto da praça seria tomado, no sábado, pela Aleluia de Marchinha. Bom sinal.

    Paranga
    Melhor ainda quando, ainda na noite de sexta-feira, o bar do Nhô nos brinda com um show inesquecível: Nhô e Paulo nos violões, e a graça da Joana no vocal, comemorando o próprio aniversário, com a mana Camila (não menos linda), mas nos presentando com uma voz que não nega as origens –ela é neta do maestro Elpídio dos Santos, filha da Parê e do grande Luiz Egypto.

    Sabadão, antes das marchinhas na praça, entre uma cerveja e outra com o camarada Carlinhos, eis que conheço o Zizi, que afirma com todas as letras já ter visto centenas de Sacis. Com detalhes surpreendentes, ele conta que esse papo de gorro e calção vermelhos é papo-furado. Impossível recontar aqui a descrição dos Sacis.

    Todo esse papo é emendado com as tiradas do grande filósofo Marquinho Rio Branco –que cunhou, e só grafa dessa maneira, o nome da cidade: Parahytinda SLD. Registro histórico: Marquinho me presenteia com dois de seus livros, com direito a dedicatória e tudo o mais. Também impossível narrar as filosofices do Marquinho.

    Na sequência da Aleluia de Carnaval, um bando invade a praça, com tambores e alfaias: é o Maracatu Baque do Vale. Bom saber que a galera resgata o maracatu aqui pelo Vale.

    Nas entrelinhas, tem mais uma centena de nomes que não vou conseguir colocar aqui. Só posso dizer que não podia ficar sem registro um fim-de-semana tão *rico*. Valeu, pessoas!
    Por Paulo Bicarato, às 16:52 de 17.04.2006 - 2 comentários
    Categoria: On the Road
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